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quarta-feira, 20 de abril de 2011

"Renúncia, um Amor para além da Vida" representada em Petrópolis?????

Saudações, visitantes do Mais Além!

Cena da peça Renúncia, apresentada na COMEERJ PÓLO XII

Faz algum tempo que não dou às caras por aqui, mas logo, logo vou postar mais ideias para aulas e atividades que estamos implementando...!
Mas, hoje, passei por aqui porque estamos em estado de graça e preciso dividir esta grande alegria!
Aqui, em Petrópolis, está rolando o Mês de comemoração à Allan Kardec. Então, três grandes eventos foram montados para homenagear o codificador.

Nossas gêmeas arrasaram!
Um deles, foi a Peça Renúncia, a ser executada pelo Grupo de Teatro dos Humildes (um grupo Espírita da cidade.). Muito bem. Eu, particularmente amo o livro Renúncia. E costumo ir à estes teatros com o intuito de observar figurinos, direção, texto...Para desenvolver e implementar novas ideias. 
Para quem não sabe, eu e minha mãe fazemos (e digo fazemos,  porque temos uma ligação muito especial com o Grupo Espírita Fé e Esperança) parte do Grupo da Mocidade Espírita Bezerra de Menezes e trabalhamos com teatro amador na busca pelo desenvolvimento das potencialidades do jovem.
A gêmea Tamine, fazendo às vezes de Alcíone desencarnada.

À época dos primeiros passos do grupo, montamos a peça "Renúncia, um Amor para Além da Vida" baseada no livro de Emmanuel. Minha mãe sempre quis encenar esta peça! Era, sei lá, uma obsessão dela.risos!
Não foi fácil. Eu e ela lemos uma "par" de vezes o livro, a fim de manter uma certa fidelidade a obra de Emmanuel e encaixá-la ao "staff" que tínhamos disponível - cerca de 20 jovens. É bom lembrar que estamos falando de uma obra com mais de 300 páginas...Para mim, Emmanuel ao lado do Espírito Charles é um dos maiores "dramaturgos" do mundo espiritual...Tais as minudências da trama. Não é fácil transformar em uma hora de peça, acreditem!!!


Cartaz do Grupo dos Humildes. Tá amassado porque
resgatei da livraria! risos!


Mas, o fato. Esta peça é possível ser encontrada locada em um site, o CESOM, repassada por uma de nossas integrantes.
Surgiram as primeiras dúvidas quando tivemos acesso ao cartaz do Grupo dos Humildes onde se lia " Baseado nos textos da MEBEM". Opa, opa! Será que tem algum grupo em Petrópolis com essa sigla?

Veio a constatação ontem à noite, às 20 hs, logo no início da peça.
Era o nosso texto! Tal e qual! Com algumas poucas modificações...!
Foi uma grande surpresa! Repetíamos as falas, porque elas foram treinadas à exaustação pela galera da MEBEM, então sabíamos de "trás para frente".
Eu e minha mãe, ficamos lá, mortificadas! É muito engraçado assistir uma peça escrita por você sendo encenada por um outro grupo! Chega a ser hilário! Muito mesmo!

Veio o sentimento de grande satisfação! A obra estava lá, representada por um grupo que não conhecemos, e exatamente igual a nossa. É importante que os leitores entendam: quando escrevo algo, os textos costumam ser bastante descritivos - com sugestões de posicionamento de palco e cenário ( é preciso, minha mãe costuma coordenar, então, ela e os atores se baseiam no que está descrito). Era como se víssemos o nosso grupinho lá, encenando...! Como poderia sair tão igual???  Mal pude acreditar!


Aqui o detalhe da adaptação que nos deixou
 com a pulga atrás da orelha...

E imaginem vocês...É lógico que o pessoal dos Humildes não poderia saber que nós, o grupo idealizador da peça original, estaria lá. Na verdade, foi uma grande coincidência, pois não íamos assistir a peça. E eles sequer sabiam que a Mebem é de Três Rios. Também não costumo assinar os textos adaptados com meu nome ou de minha mãe. Nós gostamos de nos identificar pelo grupo, à época ainda com o nome de Grupo de Teatro amador da Mocidade Espírita Bezerra de Menezes (MEBEM).

Em minha humilde opinião, ao rever o texto escrito há alguns anos, reconheço que existem erros, até mesmo ortográficos pois não houve tempo hábil para corrigi-lo adequadamente. Eu sequer sabia que o texto havia sido disponibilizado por uma de nossas integrantes. Não fui avisada sobre isso. Só depois que já estava locado no site. Então, não deu para corrigir...Mas, apesar disso, eles conseguiram encenar com muita fidelidade. Posicionamento, falas, personagens...Igualzinho ao que representamos.

Fiquei muito feliz. Aproveito o post para elogiar o grupo! Reconheço que não é fácil memorizar todas as falas - nossa Alcíone e Padre Carlos sofreram!risos!

Foi lindo! E considero que foi um big presente da espiritualidade! Nunca imaginei que nossa peça, nossa humilde peça, estaria no Teatro Dom Pedro encenada com esmero. Inclusive, houveram partes que cortamos e, claro, não transportei isso para o texto escrito e foi legal poder ver a ideia inicial que não foi utilizada executada por eles! Como, por exemplo, a técnica do "flashback" inicial, começando pelo final da peça...!


Alcione, nossa Alcíone! O nome da atriz foi em homenagem a heroína
de Emmanuel.


Interessante disso é que, como eu estava representando e minha mãe dirigindo, fica difícil analisar a própria obra. Assim, pudemos observar melhor e analisar os erros e acertos da peça. Afinal de contas, era como ver a própria MEBEM representando.Elogios extras para os figurinos do grupo que estavam  show de bola! E gostei bastante da ideia de utilizar a Carolina, irmã de Susana, que nós não pudemos utilizar por falta de pessoal. Só fiquei triste porque no meio da peça "mataram" o Padre  Damiano...Tadinho! Pelo menos na versão original ele vai para a América com a Doloures!risos!


Em uma palavra: surreal e muito bacana.


Cena do leque! Igualzinha!

Mais uma vez: parabéns ao grupo dos Humildes! Considero-os parceiros na tarefa de divulgação de obra tão linda quanto a do Emmanuel e uma honra que nossa adaptação tenha sido escolhida por eles diante de tantas peças disponibilizadas no site. 

Isso é o que eu chamo de 
" Para o infinito e Além..."!!! 

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